<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-6803408227061805652</id><updated>2012-02-16T03:07:54.620-08:00</updated><title type='text'>Hiran Eduardo Murbach</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://hiran7.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6803408227061805652/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hiran7.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Hiran Eduardo Murbach</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_87nBKCwHBdc/SyoxTEIZ7bI/AAAAAAAAAJc/r3vQxL2wNc4/S220/hiranew.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>9</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6803408227061805652.post-8473144182566811172</id><published>2009-11-16T16:56:00.001-08:00</published><updated>2009-11-16T16:57:00.232-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>A primeira vez que fiquei emocionado numa sala de cinema, que senti um negocinho apertando meu coração, foi quando Cate Blanchett narrava a história da Terra Média e, numa tela negra, surgia o letreiro The Lord of the Rings. Mas, para entender este sentimento, é necessário voltar alguns anos no meu passado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No final de 1992, fui apresentado por um amigo ao jogo RPG (Role Playing Game), no qual alguém criava uma história e outros personagens para jogá-lo. Tudo se passava numa mesa, com folhas, dados e, principalmente, muita imaginação. Este jogo, retratado num mundo de fantasias, com magia, cavaleiros, dragões e criaturas mitológicas, acendeu em mim uma paixão instantânea e, por muitos anos, fez parte do meu dia-a-dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em busca de novas informações, como não podia deixar de ser, acabei encontrando o pai de tudo isto, um escritor inglês que, no início deste século, mais do que escrever um livro, criou um universo. Este escritor era J. R. R. Tolkien e sua obra, O Senhor dos Anéis, tornou-se o segundo livro mais conhecido da História, perdendo apenas para a Bíblia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passei anos atrás deste livro, chegando inclusive a comprar a versão original, mas o meu pouco domínio do inglês, somado ao texto clássico em que a obra foi escrita, fez com que a leitura não rendesse. Tive de esperar até que uma edição brasileira fosse lançada para “devorar” as mais de mil páginas que compreendiam os três volumes do maior épico literário de todos os tempos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A leitura do livro nos leva a um universo completamente fantástico e diferente de tudo que conhecemos. Porém, descrever aqui tudo isto seria ser repetitivo, pois todos os meios de imprensa já detalharam minuciosamente os escritos de Tolkien. O que interessa no momento é que tudo isto seria muito difícil de ser transportado para as telas do cinema, porque os cenários minuciosamente descritos eram de uma riqueza de detalhes impar, além do que tudo era megalomaníaco, seja o tamanho das construções ou as dimensões das batalhas. Para se aproximar do livro, era necessário ter em mãos uma equipe especialista em computação gráfica, além de muita imaginação para tornar real aquilo que até então era apenas imaginário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez por isto ninguém tenha até então se aventurado a transportar para o cinema toda esta magia, pois, além das dificuldades, qualquer deslize significaria enfrentar os milhões de fãs que foram se acumulando por décadas. Mas Peter Jackson topou a iniciativa e resolveu transformar o maior épico literário no maior épico cinematográfico da história. E conseguiu!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para eu poder dizer isto, precisei primeiro entender uma coisa: cinema e literatura são duas mídias bem diferentes e o que se encaixa em uma não fica bem na outra. Partindo deste princípio, começa-se a apreciar o filme com outros olhos, não com o de crítico ou de fã, mas sim apreciando a adaptação cinematográfica de uma grande história.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando se lê um livro, em sua cabeça você cria todo o cenário lá descrito, seus personagens, tudo. E eu obviamente tinha isto em mente após ler O Senhor dos Anéis. Quando o filme foi lançado no cinema, minha expectativa era descobrir quão próximo este chegaria daquilo que eu imaginei. Com certeza diferenças ocorreram, mas em muitos pontos, isto se deu positivamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A história é basicamente a mesma do livro, com algumas adaptações e supressões para dar mais dinâmica ao filme, mas mantendo a essência inicial, que é a luta do bem contra o mal. Portanto, o conselho que eu daria é ver o filme e ler o livro sem comparar um com o outro, e sim curtir ambos como diferentes um do outro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As imagens da Nova Zelândia realmente remetem à Terra Média: altas montanhas, planícies, campos. Mas o que mais impressionou foram as Minas Tirith. A cidade inteiramente esculpida na montanha superou inclusive a minha imaginação e, por mais que o livro a descrevesse soberba, nada se compara ao que se vê no filme.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas atribuir o sucesso apenas a isso seria uma grande injustiça. A escolha dos atores, a maquiagem e figurino foram exatos, fazendo a diferença entre este e a maioria dos filmes que são visualmente bonitos, mas com personagens fracos. Viggo Mortensen não apenas representou o Aragorn e sim incorporou ele. Sir Ian McKellen foi um mago com uma realidade que o cinema nunca vira antes. E os hobbits? Bem, destes não há o que dizer, pois transmitiram tanto a inocência que é peculiar àquela raça, como o sofrimento e a dor que foram se incorporando aos personagens no decorrer do livro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já sobre o Gollum, este dispensa comentários. Foi a atração principal do filme, maravilhando tanto os fãs mais radicais quanto aqueles que nunca tinham ouvido falar na obra de Tolkien antes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E para não dizer que eu não falei nada de O Retorno do Rei, o filme é tudo aquilo que eu esperava: cenas de batalhas para entrar na história do cinema, dilemas mortais a serem resolvidos pelos personagens e cenas carregadas de emoção. E, é claro, houve o corte da cena final da guerra do Condado, mas que eu tinha certeza que ocorreria e que não influenciou em nada o desenrolar do filme.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você, que já leu o livro, deixe seus preconceitos em casa e vá ver o filme! E você, que nunca leu o livro, saindo da sessão, dê um jeito de arrumar um para ler, posso afirmar que não vai se arrepender.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6803408227061805652-8473144182566811172?l=hiran7.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hiran7.blogspot.com/feeds/8473144182566811172/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://hiran7.blogspot.com/2009/11/primeira-vez-que-fiquei-emocionado-numa.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6803408227061805652/posts/default/8473144182566811172'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6803408227061805652/posts/default/8473144182566811172'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hiran7.blogspot.com/2009/11/primeira-vez-que-fiquei-emocionado-numa.html' title=''/><author><name>Hiran Eduardo Murbach</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_87nBKCwHBdc/SyoxTEIZ7bI/AAAAAAAAAJc/r3vQxL2wNc4/S220/hiranew.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6803408227061805652.post-1572021020212089403</id><published>2009-11-16T16:48:00.000-08:00</published><updated>2009-11-16T16:56:04.433-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Wilco: Kool Haus, Toronto, Canadá, 20 de junho de 2003&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Hiran Eduardo Murboch&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes de tudo, eu preciso admitir: não conheço muito do trabalho do Wilco, o pouco que conheço se restringe ao “Yankee Hotel Foxtrot” e algumas músicas baixadas aleatoriamente da Internet. Detalhe: como nunca anoto nomes de música quando gravo um CDr, eu realmente fico sem saber a que álbum pertencem, entretanto, isto não me impediu de curtir um dos shows mais emocionantes e agradáveis que tive oportunidade de acompanhar nesta cidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em um local não muito grande, mas completamente lotado, exatamente às dez horas da noite, a banda entra no palco. Com Jeff Tweedy nos vocais/guitarra, John Stirratt no baixo, Leroy Bach nos teclados/guitarras/sintetizadores, Glen Kotche na bateria e percussão e mais um outro músico “backup” também nos sintetizadores, abriram com uma canção que reconheci ser do YHF mas que, infelizmente, não sei o nome – favor desculpar este ‘jornalista’ amador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar do início com uma forte tendência eletrônica e com muitas músicas de seu último álbum – o YHF acima citado – o que se viu foi uma seqüência de canções suaves e delicadas, que deliciaram o público presente e mostram que, ao vivo, o Wilco consegue o que parecia impossível, superar a qualidade de seus álbuns.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos os integrante da banda são grandes músicos, que utilizam de recursos eletrônicos como um complemento ao seu trabalho, diferente de muitas bandas atuais que se escondem atrás de computadores e sintetizadores para compensar a falta de competência. Muitas das músicas são praticamente acústicas, com o violão de Jeff Tweedy dando o tom. Mas faz-se necessário ressaltar o trabalho de Glen Kotche, pois muitos dos “sons” que eu imaginava serem sintetizadores são - na verdade - extraídos do seu ‘set’ de percussão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os maiores sucessos como Heavy Metal Drummer, Jesus, etc. e I Am Trying to Break Your Heart obviamente não foram deixados de lado. Mas, para deleite de todos, eles apresentaram uma música nova: Spider (mais de cinco minutos de duração, com diversas quebras, indo do suave ao pesado e voltando ao suave), que provavelmente entrará no próximo álbum. E, usando esta música como parâmetro, podemos esperar que mais uma ótima surpresa está por vir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após quase duas horas de show, com “dois bises”, todos deixaram o local satisfeitos por terem visto uma grande apresentação de uma ótima banda. Mas neste momento, me sinto no dever de dar um pequeno conselho: caso tenha a oportunidade de assistir a um show do Wilco na companhia de alguém – no sentido romântico da palavra – com certeza será muito mais proveitoso, pois Jeff Tweedy consegue compor algumas das baladas mais doces e deliciosas da atualidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;29/07/2003&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6803408227061805652-1572021020212089403?l=hiran7.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hiran7.blogspot.com/feeds/1572021020212089403/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://hiran7.blogspot.com/2009/11/wilco-kool-haus-toronto-canada-20-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6803408227061805652/posts/default/1572021020212089403'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6803408227061805652/posts/default/1572021020212089403'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hiran7.blogspot.com/2009/11/wilco-kool-haus-toronto-canada-20-de.html' title=''/><author><name>Hiran Eduardo Murbach</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_87nBKCwHBdc/SyoxTEIZ7bI/AAAAAAAAAJc/r3vQxL2wNc4/S220/hiranew.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6803408227061805652.post-1679180110149551674</id><published>2009-11-16T16:44:00.000-08:00</published><updated>2009-11-16T16:48:22.947-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_87nBKCwHBdc/SwHynCO9f5I/AAAAAAAAAJI/yCfUC3JVZig/s1600/Imagem+055.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 242px; height: 320px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_87nBKCwHBdc/SwHynCO9f5I/AAAAAAAAAJI/yCfUC3JVZig/s320/Imagem+055.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5404867780249747346" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;                                                                                                                                                            Foto&gt; Hiran Eduardo Murbach&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4 de julho de 2003.&lt;br /&gt;Exhibition Place – Toronto – Canadá&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Hiran Eduardo Murbach&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O verão é o tempo dos festivais no hemisfério norte e, por conseqüência, no Canadá também. Em comemoração aos 100 anos do blues, foi realizado o primeiro “Toronto Star Bluesfest”. Foram cinco dias, três palcos simultâneos e mais de sessenta atrações, entre elas George Thorogood, George Clinton e Sheryl Crow, sem dúvida a principal atração de todas – e de maior apelo popular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu já tinha assistido a apresentação dela no Rock in Rio III, mas naquela ocasião o show foi curto devido ao fato de ela não ser considerada “a atração principal da noite”. Porém, no Exbition Place, ela foi a artista de maior destaque na programação, podendo tocar todo o seu ‘set list’ sem grandes problemas com o tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É bom salientar antes de iniciar o relato do show que esta não será uma resenha isenta e profissional. É bom relembrar que não sou um crítico musical, sou apenas um fã de boa música, e Sheryl Crow tem um papel fundamental em minha vida. Conheci-a na época do estouro do “Tuesday Night Music Club”, que não saiu do meu CD player por alguns meses (quem duvidar pode perguntar para a minha irmã, que não pode nem ouvir falar em Sheryl Crow por causa disto) e foi paixão a “primeira ouvida”. Tenho todos os CD's dela e ainda diversos bootlegs e singles; e não é exagero dizer que a considero minha cantora favorita. Mas não será por causa do meu lado fã que este texto será (tão) ruim, portanto não pare de ler...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cerca de meia hora antes de iniciar o show, começou a chover forte e, por ser um local aberto, existiam grandes possibilidades de tudo dar errado. Porém, alguns minutos antes das nove, a chuva parou, o céu abriu um pouco, o suficiente para dar início a quase duas horas de música. O show foi dividido entre os cinco álbuns dela – quatro músicas do “Tuesday Night”, cinco do “Sheryl Crow”, três do “Globe Session”, três do “C’mon C’mon” - , e ainda uma música que ela gravou em dueto com Kid Rock – segundo ela, um erro que cometeu com um rapaz de Detroit, – com o baixista substituindo a voz dele e mais três canções novas. Isto foi uma ótima decisão pois, além de agradar a todos os fãs, dos mais novos aos mais antigos, pareceu também um reconhecimento que o seu último álbum foi o mais fraco de sua carreira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como a grande maioria do público estava presente apenas para vê-la – uma das vantagens de ser a ‘headliner’ – todas a músicas foram cantadas em uníssono, principalmente os sucessos “All I Wanna Do”, “If It Makes You Happy”, “My Favorite Mistake” e “Soak Up The Sun”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, fora estas músicas, já previsíveis e que foram tocadas no Brasil – com exceção da última que ainda não havia sido lançada, – a escolha de algumas não tão famosas e mais calmas foram muito bem-vindas: “Strong Enough”, “Home” e, principalmente, “I Shall Believe” me emocionaram muito, fazendo-me voltar alguns bons anos no tempo, quando eu jamais imaginava que poderia vê-la e ouvi-la ao vivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, mudando um pouco de assunto, ela é, sem dúvida alguma, uma das artistas mais engajadas, principalmente em relação a política bélica estadunidense. Assim, na volta do bis, fez um pequeno discurso contra a guerra. Nesse meio tempo, alguém da platéia jogou uma camiseta escrita “I don’t believe in your war, mr. Bush”. Para a surpresa de todos, ela cantou toda a música usando a camiseta, devolvendo-a ao dono no final.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi um grande show, que compensou qualquer frustração que o show no Rio possa ter gerado – set reduzido, distância do palco – e que confirmou , ao menos para mim, que ela é a melhor. E, para uma quarentona, ela ainda está numa forma física invejável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SET LIST:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;+STEVE MC QUEEN&lt;br /&gt;+THERE GOES THE NEIGHBORHOOD&lt;br /&gt;+MY FAVORITE MISTAKE&lt;br /&gt;+YOU'RE ORIGINAL&lt;br /&gt;+FIRST CUT&lt;br /&gt;+LEAVING LAS VEGAS VEGAS&lt;br /&gt;+STRONG ENOUGH&lt;br /&gt;+REDEMPTION DAY&lt;br /&gt;+IF IT MAKES YOU HAPPY&lt;br /&gt;+CHANGE&lt;br /&gt;+IT DON'T HURT&lt;br /&gt;+HOME&lt;br /&gt;+PICTURE&lt;br /&gt;+ALL I WANNA DO&lt;br /&gt;+SOAK UP THE SUN&lt;br /&gt;+EVERYDAY WINDING ROAD&lt;br /&gt;+LETS GET FREE&lt;br /&gt;+AMERICAN GIRL&lt;br /&gt;+I SHALL BELIEVE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;07/08/2003&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6803408227061805652-1679180110149551674?l=hiran7.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hiran7.blogspot.com/feeds/1679180110149551674/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://hiran7.blogspot.com/2009/11/hiran-eduardo-murbach-4-de-julho-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6803408227061805652/posts/default/1679180110149551674'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6803408227061805652/posts/default/1679180110149551674'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hiran7.blogspot.com/2009/11/hiran-eduardo-murbach-4-de-julho-de.html' title=''/><author><name>Hiran Eduardo Murbach</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_87nBKCwHBdc/SyoxTEIZ7bI/AAAAAAAAAJc/r3vQxL2wNc4/S220/hiranew.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_87nBKCwHBdc/SwHynCO9f5I/AAAAAAAAAJI/yCfUC3JVZig/s72-c/Imagem+055.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6803408227061805652.post-6659553874117745764</id><published>2009-11-16T16:42:00.000-08:00</published><updated>2009-11-16T16:43:50.728-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>SARS-stock &lt;br /&gt;30 de julho de 2003 &lt;br /&gt;Downsview Park – Toronto - Canadá &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Hiran Eduardo Murbach &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A expressão “fechar com chave de ouro” poucas vezes foi empregada com tanta propriedade como agora. Para completar o que alguns amigos disseram se tratar de uma ‘viagem para ver shows’, (é mentira, pois vim prá cá estudar inglês ) meu último show em Toronto foi o – informalmente - chamado de SARS-stock (um trocadilho entre SARS e Woodstock). Qualquer pessoa que tenha assistido ou lido algum jornal – mesmo no Brasil – no dia subsequente deste, ficou sabendo deste festival. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi a última e maior cartada de Toronto para limpar a imagem da cidade por causa do SARS. E foi uma iniciativa monstro, para repercurtir mundo afora: onze horas de musica, quinze atrações e 450.000 pessoas que pagaram o irrisório preço de CDN$ 21,50 – menos de R$ 50,00 reais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As primeiras atrações tiveram 15 minutos de apresentação, o que significou apenas três canções. Neste esquema, tocaram Sam Roberts, Kathleen Edwards, La Chicane, The Tea Party, The Flaming Lips , Sass Jordan, The Isley Brothers, Blue Rodeo, Have Love Will Travel Revue – com os atores Jim Belushi e Dan Aykroyd - e Justin Timberlake. Porém, o forte calor e o som ruim impediram uma empolgação maior, que só veio a aparecer quando começaram a jogar garrafinhas de água no ex-N’Sync – eu já vi esta história antes e você? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O rock ‘n’ roll começou mesmo com a entrada dos veteranos – está certo, a partir de agora todos os que se apresentaram podem ser considerados veteranos – do The Guess Who. Mais famosos atualmente por causa da regravação de Lenny Kravitz para "American Woman". O pessoal do The Guess Who fizeram um show que agradou os mais velhos, mas que foi seriamente afetado por causa do som, que teimava em oscilar durante todo o tempo, problema que persistiu até o início do show dos Stones. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A atração seguinte foram os canadenses do Rush. Está certo que o som deles é um pouco antigo e que algumas vezes chega a ser cansativo mas, com apenas três musicos, eles conseguem fazer muita coisa que várias bandas atuais – que possuem o dobro de integrantes - nem imaginam em fazer; e o Neil Peart está em um outro nível comparado a os outros bateristas. Mas, infelizmente, a resposta da platéia não foi muito animada. E depois, 35 minutos para eles, considerando a duração de suas músicas, não é nada. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando o sol começou a dar sinal de que iria desaparecer, aliviando assim o calor, entra no palco a melhor atração da noite, aquela que fez realmente todos pularem e cantarem – e eu ainda não estou falando dos Stones. Os australianos do AC/DC, com um Angus Young vestido a caráter e um Brian Johnson visivelmente empolgado e emocionado, deram início a uma aula de uma hora e dez minutos de como se faz rock ‘n’ roll de verdade. Esta apresentação deles deveria ter sido gravada e todas as bandas que estão iniciando – e quem sabe algumas com anos de estrada – deveriam assistir para aprender como conquistar um público que não estava interessado em assisti-los. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, além disto, temos que admitir que alguns hinos ajudam e isto o AC/DC tem, e muitos: "Back in Black", "Thunderstruck", "Hells Bells", "You Shook Me All Night Long", "Highway to Hell" entre outras. Além das músicas, que fizeram qualquer um balançar a cabeça e cantar junto, o ponto alto do show foi o famoso strip-tease de Angus, ao som de "The Jack". Com o seu jeitão todo desengonçado, ele foi tirando sua roupa de estudante aos poucos, ficando apenas de bermuda e após alguns minutos de enrolação, ele abaixou, mostrando - para delírio de todos - uma ceroula com a bandeira do Canadá &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A grande maioria dos presentes estava lá para ver os Rolling Stones, mas estes senhores ingleses iriam precisar de muito esforço para conseguir superar a apresentação de seus coadjuvantes australianos. Depois de alguns minutos de atraso, eles entram no palco. Amparados por teclado, metais e vocais de apoio, eles começaram uma série de ‘greatest hits’ que, considerando a duração da apresentação e a carreira deles – respectivamente, uma hora e meia e 40 anos – iria deixar de fora muita coisa boa. Como de costume, iniciaram com "Start Me Up", emendando com "Brown Sugar". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não há muito o que dizer deles. Impossível destacar apenas uma música, pois se você perguntar para todos os fãs dos Stones presentes qual é a música preferida, seria necessário um show de umas seis ou sete horas e ainda assim sairia gente reclamando que faltou alguma coisa. Mas certas canções agradaram mais como "Ruby Tuesday" (que fez surgir diversos isqueiros acessos) "You Can’t Always Get What You Want" e, obviamente, "Satisfaction". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os duetos prometidos ocorreram, mas apenas com músicos que se apresentaram no dia, como Justin Timberlake – novamente vaiado e servindo de alvo de garrafadas – cantando "Miss You" com Mick Jagger e tendo a coragem de inserir durante a canção pedaços da sua "Cry Me a River" – heresia! – e os irmãos Young fazendo a cover da "Rock Me Baby" de B.B. King. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Houve ainda a oportunidade do highlander Keith Richards – em ótima forma física e tocando muito bem, diga-se de passagem – cantar "Nearness of You" e "Happy". Com ele, o carisma e o folêgo de Mick Jagger, a competência de Ron Wood, a sobriedade e a simplicidade-perfeição de um baterista de jazz como Charlie Watts, a impressão que se tem é que ainda há muita lenha para queimar na fogueira chamada Rolling Stones. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o rock ‘n’ roll agradece. Definitivamente, mostra que, por mais que se diga que está morto, quando se faz necessário abalar estruturas e mobilizar multidões, ele é chamado e reaparece na forma de senhores sessentões . &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SET LISTS: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The Guess Who: &lt;br /&gt;- Hand Me Down World &lt;br /&gt;- No Sugar Tonight / New Mother Nature &lt;br /&gt;- Takin’ Care of Business &lt;br /&gt;- American Woman &lt;br /&gt;- No Time &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rush: &lt;br /&gt;- Tom Sawyer &lt;br /&gt;- Closer to the Heart &lt;br /&gt;- Paint It Black (intrumental) &lt;br /&gt;- The Spirit of Radio &lt;br /&gt;- Limelight &lt;br /&gt;- YYZ &lt;br /&gt;- Freewill &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;AC/DC: &lt;br /&gt;- Hell Ain’t a Bad Plate To Be &lt;br /&gt;- Back in Black &lt;br /&gt;- Dirty Deeds Done Dirt Cheap &lt;br /&gt;- Thunderstruck &lt;br /&gt;- If You Want Blood (You Got It) &lt;br /&gt;- Hells Bells &lt;br /&gt;- The Jack &lt;br /&gt;- T.N.T. &lt;br /&gt;- You Shook Me All Night Long &lt;br /&gt;- Whole Lotta Rosie &lt;br /&gt;- Let There Be Rock &lt;br /&gt;BIS &lt;br /&gt;- Highway to Hell &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rolling Stones: &lt;br /&gt;- Start Me Up &lt;br /&gt;- Brown Sugar &lt;br /&gt;- You Got Me Rocking &lt;br /&gt;- Tumblin’ Dice &lt;br /&gt;- Don’t Stop &lt;br /&gt;- Ruby Tuesday &lt;br /&gt;- You Can’t Always Get What You Want &lt;br /&gt;- It’s Only Rock ‘n’ Roll &lt;br /&gt;- Miss You &lt;br /&gt;- Nearness of You &lt;br /&gt;- Happy &lt;br /&gt;- Sympathy for the Devil &lt;br /&gt;- Rock Me Baby &lt;br /&gt;- Honky Tonk Women &lt;br /&gt;- Satisfaction &lt;br /&gt;BIS &lt;br /&gt;- Jumpin’ Jack Flash&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;07/08/2003&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6803408227061805652-6659553874117745764?l=hiran7.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hiran7.blogspot.com/feeds/6659553874117745764/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://hiran7.blogspot.com/2009/11/sars-stock-30-de-julho-de-2003.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6803408227061805652/posts/default/6659553874117745764'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6803408227061805652/posts/default/6659553874117745764'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hiran7.blogspot.com/2009/11/sars-stock-30-de-julho-de-2003.html' title=''/><author><name>Hiran Eduardo Murbach</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_87nBKCwHBdc/SyoxTEIZ7bI/AAAAAAAAAJc/r3vQxL2wNc4/S220/hiranew.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6803408227061805652.post-7255012044027060816</id><published>2009-11-16T16:38:00.000-08:00</published><updated>2009-11-16T16:39:53.264-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Skid Row – Vince Neil – Poison&lt;br /&gt;The Molson Amphitheatre – Toronto – Canadá&lt;br /&gt;03 de junho&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É hora de abrir o armário e procurar aquela caixa que está guardada há muito tempo. Abra-a e pegue aquela velha camiseta preta da sua banda favorita, aquela calça jeans apertada, que provavelmente não serve mais em você. Aquela jaqueta de couro que há muito você não via e - finalmente - mas não menos importante, aquela bandana que saiu de moda há muito tempo e era usada para segurar seus longos cabelos compridos – quando você ainda os tinha. Vista estas roupas, deixe a mostra aquela sua tatuagem já desbotada pelo tempo e seja bem-vindo de volta aos anos 80. Mais precisamente, quando o hard rock dominava todas as paradas e não existia esta coisa de rap, nem de new-metal, que esta garotada ouve hoje em dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Era exatamente este o clima numa fria noite de primavera no The Molson Amphitheatre, uma arena a céu aberto localizado no meio do maior parque de Toronto. O que mais se via eram pessoas por volta dos trinta ou quarenta anos, usando roupas que -com certeza- há muito tempo não eram vestidas e que definitivamente não fazem mais parte da moda da juventude atual. Mas, e quem disse que quem estava lá neste dia se importava com isto? O que todos queriam era ver ao vivo três ícones do hard rock (ou metal farofa como muita gente – preconceituosa – o chama): Skid Row, Vince Neil (ex-Motley Crue) e a atração principal da noite, Poison, em sua turnê “Harder, Louder and Fester”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando menos da metade das cadeiras (isto mesmo, todos os locais eram sentados e numerados) estavam ocupadas, entra no palco o Skid Row. Ao som do hino norte-americano e, obviamente, sem seu membro mais famoso, o ex-vocalista Sebastian Bach, começaram um show que empolgou o público, principalmente durante as músicas mais antigas, como “18 and Life”, “Monkey Business” e “Wasted Time”, que não deixaram de ser apresentadas. Misturada a estas, algumas novas do seu novo albúm e uma cover totalmente improvavél – Psycho Terapy dos Ramones –, mostraram que o novo Skid Row ainda tem muita madeira pra queimar a serviço do rock. O único porém de toda esta história é que, justamente, na música mais esperada, a balada “I Remember You”, os agudos do vocalista Johnny Salinger não chegaram nem perto do seu antecessor (E não foi apenas eu que percebi isto). E no fim do show, uma enorme bandeira norte-americana surgiu no fundo do palco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Totalmente desnecessário, tendo em vista que, assim como Buenos Aires não é a capital do Brasil, o Canadá não faz parte dos Estados Unidos. Mas parece que geografia não é o forte deles.&lt;br /&gt;Cerca de vinte minutos após o término da primeira apresentação, surge no fundo do palco, uma outra bandeira com o nome da próxima atração: Vince Neil. Todos os presentes estavam lá não para conferir o seu trabalho solo e sim ouvir os antigos hits do Motley Crue. E, como ele é um cara legal, resolveu que não ia decepcionar ninguém. E a metralhadora de sucessos foi disparada, sem nenhuma piedade: “Shout Out the Devil”, “Too Young to Fall in Love”, “Girls Girls Girls”, “Same Ol’ Situation”, “Home Sweet Home”, “Wild Side”, “Looks that Kill” e “Dr. Feelgood”. Com músicas como estas, não teve como o público ficar sentado e apesar de não serem elas tocadas pelos integrantes originais, não perderam em nada a qualidade original, tendo em vista que esta nova banda é muito competente. Está certo, faltou o solo do Tommy Lee, mas ninguem é perfeito. Se você fechasse os olhos, teria certeza que estava num show do Motley Crue, pois a voz do bronzeado Vince Neil continua exatamente a mesma. E não há como negar que “Home Sweet Home” é uma das baladas mais bonitas da historia do rock. Por tudo que foi apresentado, foi o show da noite.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Finalmente, quando comecava a escurecer – já eram quase nove e meia mas, por algum motivo que nao sei explicar, é nesta hora que o sol se põe aqui – todas a luzes do palco se apagaram e, para uma galera que gritava insandecida, Rikki Rockett, Bobby Dall, C. C. DeVille e Bret Michael apareceram para dar a todos tudo aquilo, que muitos esperaram por anos. Hard rock e muitas baladas, especialidade do Poison – e todos temos que reconhecer que eles são muito bons nisto. O show, que foi uma mescla das músicas novas com as mais antigas, na medida exata para agradar a todos, apresentou efeitos pirotécnicos e de luz que um show do gênero merece; tudo isto auxiliado pela mais moderna tecnologia. E, é claro, em músicas como “Something to Believe In” e “Every Rose Has It’s Thorn” – que contou com a participação especial de um gigantesco globo de luz, que fez o local paracer uma enorme boate dos anos 80 –, fizeram surgir os clássicos isqueiros acessos, além de embalar beijos e mais beijos apaixonados, pois muitos dos presentes com certeza tinham estas músicas como ‘suas’. Além disto, músicas poderosas como “Talk Dirty to Me”, “Nothin’ But a Good Time” e “Unskinny Bop” e solos de C. C. DeVille – definitivamente em forma – e Rikki Rockett completaram o espetáculo com todos os clichês de um bom show de hard rock. Impecável. &lt;div&gt;&lt;br /&gt;Após toda esta maratona: três shows, mais de três horas de música, é hora de voltar para a casa, que o dia seguinte ainda seria uma quarta-feira, mas não sem antes guardar tudo novamente no mesmo local e esperar o próximo show pois como muitos dizem – e com razão – o rock ‘n’ roll nunca morre, apenas hiberna, para sair da toca no próximo verão; mesmo que este demore mais alguns anos para aparecer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;20/06/2003&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6803408227061805652-7255012044027060816?l=hiran7.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hiran7.blogspot.com/feeds/7255012044027060816/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://hiran7.blogspot.com/2009/11/skid-row-vince-neil-poison-molson.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6803408227061805652/posts/default/7255012044027060816'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6803408227061805652/posts/default/7255012044027060816'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hiran7.blogspot.com/2009/11/skid-row-vince-neil-poison-molson.html' title=''/><author><name>Hiran Eduardo Murbach</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_87nBKCwHBdc/SyoxTEIZ7bI/AAAAAAAAAJc/r3vQxL2wNc4/S220/hiranew.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6803408227061805652.post-8418348281880441929</id><published>2009-11-16T16:25:00.000-08:00</published><updated>2009-11-16T16:37:14.004-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Mars Volta, Queens of the Stone Age e Red Hot Chili Peppers&lt;br /&gt;13 de maio de 2003&lt;br /&gt;Air Canada Center – Toronto - Canada&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Hiran Eduardo Murbach&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Organização, nenhuma fila, nada de passar pelo constrangimento de uma ‘minuciosa’ revista; Mesmo antes de entrar no Air Canada Center, um moderno ginásio onde são disputadas partidas de basquete e hockey, já dava para perceber que seria uma grande noite. E, para completar tudo isto, exatamente as 7 horas, horário anunciado, as luzes se apagam e a primeira banda comeca a tocar. Chama-se Mars Volta e é capitaneada pelos ex-At the Drive-In Cedric Bixler e Omar Rodriguez. Com apenas cerca de vinte minutos de set e uma apresentação correta, conseguiram chamar a atenção dos presentes, que naquele momento ocupavam pouca mais de um quarto dos lugares disponíveis. O som apresenta elementos do finado ATDI, com pitadas de psicodelismo, mas as músicas poderiam ser um pouco mais curtas. &lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Algum tempo depois entram no palco os integrantes do Queens of the Stone Age, abrindo o show com Millionaire. A apresentacao, de quarenta minutos, privilegiou as (ótimas) músicas do último álbum, Song for the Deaf e teve como pontos altos uma ótima versão de The Lost Art of Keeping a Secret e o encerramento com No One Knows, música que, por tocar direto na MTV e na MuchMusic, foi a que mais agitou o publico que, visivelmente, desconhecia o resto do trabalho da banda. Faz-se necessário salientar ainda que atual baterista, Joey Castillo, não deixa nada a desejar com relação ao Dave Grohl. Ponto fraco? Apesar do tempo excasso, é uma heresia deixar de fora uma canção como Feel Good Hit of the Summer.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Após uma espera de mais meia hora, entra em cena a atração principal. Antony Kieds, Flea, John Frusciante e Chad Smith sabiam que o jogo já estava ganho mesmo antes de comecar e que tinham o publico nas mãos antes mesmo do primeiro acorde. E qual a melhor meneira de se comecar um show do Red Hot Chili Peppers? Todas as luzes apagadas e um holofote direcionado para um pequeno homem de cabelo azul, empunhando um baixo no canto do palco. No momento que comecam a soar as primeiras notas, é fácil entender porque ele é considerado por muitos, inclusive este que vos escreve, o melhor baixista do mundo. Dois minutos de solo, emendando com as primeiras notas de By the Way, e parece que uma corrente de alta voltagem foi ligada no ginásio, tamanha era a energia com que o platéia pulava e cantava. Emendaram com Scar Tissue e o primeiro de muitos momentos solos do show. John, apoiado apenas por Chad, cantou I’m Eighteen de Alice Cooper e I Feel Love, the Donna Summer, definitivamente dois covers que ninguem imaginava ouvir. A banda se completa novamente para apresentar os sucessos dos seus dois últimos multiplatinados albuns: Around the World, Universally Speaking, I Could Have Lied, Otherside, Don’t Forgive and Throw Away Your Television. Foi então que aconteceu a primeira surpresa da noite. A música seguinte com certeza causou muita estranheza ao novos fãs da banda, que eram grande maioria, mas alegraram seus saudosos fãs. Breaking the Girl com certeza não é uma das melhores músicas da banda mas, considerando que os Chili Pepper praticamente esqueceram suas origens, foi uma grande notícia. Após mais uma longa jam, uma constante durante o show, tocaram Warm Tape, o atual sucesso Can’t Stop, Californication e Give it Away, musicas que puseram fogo no píblico. Deu-se entao o já comum intervalo, para voltarem ao bis com Under the Bridge, iniciada com John sentado na beirada do palco, como se estivesse tocando noma roda de amigos. Cantada em uníssono, com certeza foi a música que mais agradou.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Vem então a segunda surpresa da noite. Dos primordios da banda, ressussitaram a They Are Red Hot. Confesso que por esta eu não esperava. Finalizam o show entao com Sir Psycho Sexy.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Falar sobre um show do RHCP é uma tarefa dificil. Para os novos fãs da banda, é um acontecimento maravilhoso, pois todos os sucessos estao ali, mas, para aqueles que conhecem todo o trabalho dela, fica difícil imaginar o motivo de pérolas como Knock me Down, Fight Like a Brave, entre outras ficarem de fora. É uma pena que, por algum motivo, eles simplesmente apagaram este período da historia da banda. Fica sim, a imagem de uma uma banda formada por três excelentes músicos e um vocalista apenas carismático, que tem dificuldade em decorar as letras das músicas (prova disto sao as ‘colas’ presas em seu P.A.). Foi um grande show, mas é óbvio que eles podem fazer melhor, muito melhor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;20/06/2003&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6803408227061805652-8418348281880441929?l=hiran7.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hiran7.blogspot.com/feeds/8418348281880441929/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://hiran7.blogspot.com/2009/11/mars-volta-queens-of-stone-age-e-red.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6803408227061805652/posts/default/8418348281880441929'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6803408227061805652/posts/default/8418348281880441929'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hiran7.blogspot.com/2009/11/mars-volta-queens-of-stone-age-e-red.html' title=''/><author><name>Hiran Eduardo Murbach</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_87nBKCwHBdc/SyoxTEIZ7bI/AAAAAAAAAJc/r3vQxL2wNc4/S220/hiranew.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6803408227061805652.post-2793525055649010696</id><published>2009-11-16T16:11:00.000-08:00</published><updated>2009-11-16T16:23:46.810-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_87nBKCwHBdc/SwHrr_56N1I/AAAAAAAAAJA/KQlIlZWIA4w/s1600/ian.jpeg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 302px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_87nBKCwHBdc/SwHrr_56N1I/AAAAAAAAAJA/KQlIlZWIA4w/s400/ian.jpeg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5404860168942532434" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:x-small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;                                                                                                                                     Foto: &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;Hiran&lt;/span&gt; Eduardo &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;Murbach&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;Ian&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;McCulloch&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;24 de Abril de 2003&lt;br /&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;Lee&lt;/span&gt;’s &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;Palace&lt;/span&gt; – Toronto – Canada&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;Hiran&lt;/span&gt; Eduardo &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;Murbach&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;único&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;show&lt;/span&gt; de &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_10"&gt;lançamento&lt;/span&gt; do seu novo &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_11"&gt;álbum&lt;/span&gt; solo em Toronto, foi escolhido um local pequeno e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_12"&gt;aconchegante&lt;/span&gt;, criando um clima mais &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_13"&gt;intimista&lt;/span&gt; entre banda e publico. E foi &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_14"&gt;exatamente&lt;/span&gt; isto que ocorreu nesta noite de &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_15"&gt;sábado&lt;/span&gt;. Grande parte do publico que ocupava menos da metade do local era de pessoas acima de trinta anos, esperando para ver e ouvir o antigo vocalista do &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_16"&gt;Echo&lt;/span&gt; &amp;amp; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_17"&gt;the&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_18"&gt;Bunnymen&lt;/span&gt;, agora em carreira solo. Por isto mesmo, as mesas e cadeiras era mais disputadas que um lugar na pista, ocupada principalmente pelos mais jovens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_19"&gt;Exatamente&lt;/span&gt; as nove e meia da noite iniciou-se o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_20"&gt;show&lt;/span&gt;. Vestido como sempre, de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_21"&gt;blazer&lt;/span&gt; e &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_22"&gt;óculos&lt;/span&gt; escuro, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_23"&gt;Ian&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_24"&gt;McCulloch&lt;/span&gt; tocou praticamente &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_25"&gt;só&lt;/span&gt; musicas de sua carreira solo, decepcionando aqueles que esperavam ouvir os grandes sucessos de sua antiga banda. Entretanto, as suas musicas seguem o mesmo estilo das musicas dos &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_26"&gt;Bunnymen&lt;/span&gt;, como obviamente &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_27"&gt;não&lt;/span&gt; poderia deixar de ser, agradando com isto os presentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Aproximadamente na metade do &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_28"&gt;show&lt;/span&gt;, para alegria de todos, os primeiros acordes de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_29"&gt;Lips&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_30"&gt;Like&lt;/span&gt; Sugar soaram do seu &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_31"&gt;violão&lt;/span&gt; e as primeiras estrofes chegaram a ser tocadas mas ela foi abruptamente cortada, sob o argumento de que a musica &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_32"&gt;não&lt;/span&gt; estava legal e que ele &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_33"&gt;não&lt;/span&gt; estava afim de tocá-la. Mas, para diminuir a &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_34"&gt;frustração&lt;/span&gt; dos presentes, emendou &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_35"&gt;Nothing&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_36"&gt;Lasts&lt;/span&gt;, que foi cantada por todos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_37"&gt;Após&lt;/span&gt; uma pequena pausa, ele voltou com mais uma música solo e com a mais aguardada por todos: &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_38"&gt;Killing&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_39"&gt;Moon&lt;/span&gt;. Mas uma &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_40"&gt;versão&lt;/span&gt; diferente, &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_41"&gt;acústica&lt;/span&gt;, que mais uma vez foi &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_42"&gt;paralizada&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_43"&gt;após&lt;/span&gt; aproximadamente trinta segundos. Desta vez ele reclamou com uma &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_44"&gt;fã&lt;/span&gt; que ficava gritando por ele na frente do palco. Coisa que &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_45"&gt;só&lt;/span&gt; se &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_46"&gt;vê&lt;/span&gt; em lugares pequenos, mandou ela calar a boca, &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_47"&gt;senão&lt;/span&gt; o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_48"&gt;show&lt;/span&gt; acabaria naquele momento. E voltou a música, só &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_51"&gt;violão&lt;/span&gt; e voz na maior parte dela. Ao final, saiu do palco sem dizer uma &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_52"&gt;só&lt;/span&gt; palavra, para desta vez &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_53"&gt;não&lt;/span&gt; mais voltar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Foi um bom &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_54"&gt;show&lt;/span&gt;, com cerca de uma hora e meia e uma banda de apoio muito boa, mas para todos que &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_55"&gt;lá&lt;/span&gt; estavam, ficou uma ponta de &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_56"&gt;frustração&lt;/span&gt; por &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_57"&gt;não&lt;/span&gt; ouvirem mais musicas do &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_58"&gt;Echo&lt;/span&gt; &amp;amp; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_59"&gt;the&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_60"&gt;Bunnymen&lt;/span&gt;. É certo que a grande maioria sabia que ele &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_61"&gt;não&lt;/span&gt; as tocariam mas sempre fica uma &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_62"&gt;esperança&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;20/06/2003&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6803408227061805652-2793525055649010696?l=hiran7.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hiran7.blogspot.com/feeds/2793525055649010696/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://hiran7.blogspot.com/2009/11/foto-hiran-eduardo-murbach-ian.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6803408227061805652/posts/default/2793525055649010696'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6803408227061805652/posts/default/2793525055649010696'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hiran7.blogspot.com/2009/11/foto-hiran-eduardo-murbach-ian.html' title=''/><author><name>Hiran Eduardo Murbach</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_87nBKCwHBdc/SyoxTEIZ7bI/AAAAAAAAAJc/r3vQxL2wNc4/S220/hiranew.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_87nBKCwHBdc/SwHrr_56N1I/AAAAAAAAAJA/KQlIlZWIA4w/s72-c/ian.jpeg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6803408227061805652.post-8506826317330172101</id><published>2009-11-16T10:59:00.001-08:00</published><updated>2009-11-16T17:28:49.575-08:00</updated><title type='text'>Quando a Vida Imita a Arte</title><content type='html'>O amor acontece repentinamente e de forma inusitadas. Eduardo, 20 e poucos anos, advogado em início de carreira, entende a premissa de paixões avassaladoras; antes de usa vida mudar completamente, sua rotina era dividida em "dia e noite". Enquanto o céu está claro, Eduardo trabalha para firmar-se na carreira, provando ao pai - também advogado - que é um bom &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;profissional&lt;/span&gt;. Quando a noite cai, e todos os gatos se tornam pardos, ele é apenas mais um dos rapazes, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;farreando&lt;/span&gt; com os amigos e sendo um típico mulherengo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O dia-a-dia de Eduardo era apenas sequência de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;atos&lt;/span&gt; rotineiros, até &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;Roberta&lt;/span&gt; aparecer na sua vida. Uma ruiva de visual exótico e agressivo, que &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;proporcionou&lt;/span&gt; um misto de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;atração&lt;/span&gt; e confusão nele. Seu interesse pela &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;ruivinha&lt;/span&gt; é tão forte que o faz cometer pequenas loucuras, como, por exemplo, tentar aprender em uma noite o que ocorreu na música em 10 anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Quando a Vida Imita a Arte" contém apenas um lado da história: a versão de Eduardo, que desabafa, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;confidencia&lt;/span&gt;, admite erros e deixa &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;transparecer&lt;/span&gt; que advogados também têm coração. Para saber o motivo de "Quando a Vida Imita a Arte" ser tão parcial em relação aos fatos, somente lendo para descobrir, para aprender e evitar os erros do nosso &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;protagonista&lt;/span&gt;, pois, afinal, esta história também poderia ser sua...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Capítulo 1 do livro:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta é a complicada historia da minha vida. Está certo, estou sendo um pouco &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_10"&gt;melodramático&lt;/span&gt; e exagerado, pois alem de se referir apenas a um período especifico, eu tenho apenas vinte e seis anos e ainda vou – espero – viver muitos anos.&lt;br /&gt;Também não é o que se pode chamar de uma biografia, pois sempre estas obras referem-se a alguém que fez algo de importante ou, pelo menos, tem alguma coisa interessante para contar para os seus leitores e eu, definitivamente não me encaixo em nada disto.&lt;br /&gt;Portanto, para ser sincero, eu não tenho a mínima &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_11"&gt;idéia&lt;/span&gt; do que se trata este livro. Creio sim que é mais ou menos alguma coisa parecida com um desabafo, como passar para o papel o que eu estou sentindo para ver se esta sensação estranha sai de mim e me deixa em paz.&lt;br /&gt;Não sei se algum dia alguém vai chegar a ler isto, como não sei se realmente eu quero que alguém leia isto, pois estou me expondo de uma maneira como eu nunca fiz e, como bom advogado, eu sei que tudo que eu disser poderá – e será – usado contra mim.&lt;br /&gt;Mas realmente não tem importância, eu realmente não ligo. Porque eu preciso contar o que aconteceu para alguém e, como aprendemos na faculdade e na vida &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_12"&gt;profissional&lt;/span&gt;, o papel aceita tudo. E não te critica!&lt;br /&gt;Aceita q minha versão, que com certeza não se consiste na verdade absoluta. Em muitos pontos eu vou distorcer a verdade – mesmo que inconscientemente – ao meu favor, farei-me de vitima – quando na verdade eu estava sendo o algoz –, não darei oportunidade para a outra parte se defender. Afinal esta é a minha historia, contada por mim. Quem quiser outras versões indague, posteriormente, as pessoas que citarei aqui e, querendo conhecer o que realmente aconteceu, melhor perguntar para Deus, pois ele é o único que terá uma visão &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_13"&gt;independente&lt;/span&gt; e precisa dos fatos.&lt;br /&gt;Ainda, todos os diálogos serão relatados da maneira conforme me lembro, o que provavelmente não também coincidira com a verdade. Mas, se vocês esperam que eu me lembre &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_14"&gt;exatamente&lt;/span&gt; de todos os fatos, desculpem-se, mas eu sou um ser humano, não um computador.&lt;br /&gt;E para finalizar, é bom avisar a todos que eu tenho a mania de exagerar tudo. Literalmente fazer tempestade em copo d’água. Portanto, se eu contar que uma tragédia aconteceu, que tudo estava perdido, alguma coisa assim, não levem tão a serio assim – ou pode ser que seja verdade, dai depende dos parâmetros individuais de cada um.&lt;br /&gt;Outro ponto importante é que eu vou contar esta historia sempre no passado, mas isto não significa que tudo que eu era e que eu tinha desapareceram. Ninguém morreu neste período, nenhuma mudança brusca de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_15"&gt;status&lt;/span&gt; social aconteceu. O mundo que me cercava continua praticamente o mesmo. Acho que o único que mudou fui eu mesmo. E vocês logo vão entender como e porque.&lt;br /&gt;Isto aconteceu a mais ou menos um ano atrás. Para ser mais preciso a todos vocês, os fatos que relatarei abaixo – e que mudaram bruscamente minha vida – se iniciaram no mês de marco de 2003. Para facilitar a compreensão de todos, alem de me apresentar primeiro e explicar fatos sobre a minha vida que facilitarão a compreensão de todos, eu vou iniciar um pouco antes da historia &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_16"&gt;propriamente&lt;/span&gt; dita, para introduzir personagens que serão essenciais no decorrer da mesma.&lt;br /&gt;Chega de falatório barato, vamos a &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_17"&gt;ação&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;Meu nome é Eduardo e, conforme eu disse, eu sou um advogado. Sou ainda porque, uma vez que você seja admitido na Ordem dos Advogados do Brasil, você só deixa de ser um se você for expulso ou se você morrer. E nenhuma destas coisas aconteceu comigo.&lt;br /&gt;Trabalhava no escritório de advocacia do meu pai &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_18"&gt;ha&lt;/span&gt; aproximadamente três anos, desde que eu tinha me formado em direito numa universidade particular e não muito conhecida numa cidade vizinha. Ele tinha este escritório em nossa cidade &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_19"&gt;ha&lt;/span&gt; muito tempo, provavelmente desde que eu nasci – não sou muito bom em datas, portanto não sei precisar, mas creio quer isto seja irrelevante.&lt;br /&gt;Por isto mesmo, era um grande escritório. Não tanto pelo tamanho, mas sim pela sua reputação. Alguns clientes importantes, diversos casos de vulto, que nos &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_20"&gt;proporcionavam&lt;/span&gt; um bom padrão de vida, bem acima da media da realidade brasileira. Isto significava uma boa casa, três carros na garagem, apartamento no litoral, viagens constantes e alguns outros luxos que o dinheiro pode comprar.&lt;br /&gt;Antes de me formar, eu nunca tinha trabalhado antes. Apesar de estar estudando direito, eu raramente aparecia no escritório para fazer alguma coisa, o que causava um grande descontentamento no meu pai. Ele dizia que se eu quisesse ser um bom advogado, eu tinha que levar a vida a serio, parar de baladas e começar a me preparar para a carreira.&lt;br /&gt;Nisto chega um ponto importante a ser contado. Talvez pelo padrão de vida confortável que eu tinha, talvez pelas companhias, talvez pela minha &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_21"&gt;personalidade&lt;/span&gt;, o que eu gostava mesmo era de festa. Minha vida até o fim da faculdade se resumia a baladas, amigos e mulheres.&lt;br /&gt;E nisto eu era muito bom. Conhecia todas as festas que aconteciam, seja na sua cidade ou na região, as que eram boas e as que não compensavam, nos bares e boates era conhecido de todos, desde os seguranças ate os &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_22"&gt;garçons&lt;/span&gt;. Não desprezava nenhuma boa festa, mas o que mais gostava era das de universidade. Na minha cidade, apesar dela não ser até certo ponto pequena, havia uma grande e, nas cidades &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_23"&gt;circunvizinhas&lt;/span&gt;, outras tantas, o que fazia com que semanalmente ao menos uma ocorresse.&lt;br /&gt;Nestas era onde eu encontrava as &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_24"&gt;universitárias&lt;/span&gt; que tanto adorava. Meninas vindas de outras cidades para cursar a faculdade, morando longe de casa, mais divertidas e animadas que as da sua cidade, muitas vezes dispostas a uma boa diversão sem qualquer compromisso.&lt;br /&gt;Cabeça boa, nível cultural alto, muitas vezes com um bom padrão de vida e, é claro, bonita e com um corpo sedutor. Era este o meu tipo de mulher preferida, onde eu literalmente me sentia no paraíso e me &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_25"&gt;esbaldava&lt;/span&gt;. Não tinha &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_26"&gt;predileção&lt;/span&gt; por loiras, morenas, ruivas, mulatas ou qualquer outra, bastava um lindo sorriso e um belo par de pernas para despertar a minha atenção. Algumas palavras trocadas, olhares mútuo e pronto, a garota já estava no papo. Beijos e caricias trocado, telefone anotado e boa noite. Quem sabe eu ligasse para ela no outro fim de semana. Provavelmente não, mas, quem sabe?!&lt;br /&gt;Minha maior vantagem era a lábia. Desde o colegial sabia que seria advogado – ou alguma coisa do &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_27"&gt;gênero&lt;/span&gt; -, pois sempre tive uma conversa muito boa, convencia as pessoas de que meu ponto de vista era correto, seja pelos meus argumentos, quase sempre convincentes, seja pela minha &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_28"&gt;persistência&lt;/span&gt; única. E era assim que funcionava com as garotas.&lt;br /&gt;Desde adolescente sempre fui um &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_29"&gt;paquerador&lt;/span&gt; nato. Sabia a hora certa de fazer charme e a hora certa de investir na conquista. Uma conversa agradável, aliada com minha – sem falsa modéstia – beleza, fazia com que obtivesse sucesso muitas vezes.&lt;br /&gt;Porem, eu tinha um pequeno defeito, que algumas vezes me trazia grandes &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_30"&gt;inconvenientes&lt;/span&gt;: eu era &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_31"&gt;inconsistente&lt;/span&gt; demais e não conseguia ficar muito tempo com apenas uma menina. Parecia que me cansava, ficava &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_32"&gt;entediado&lt;/span&gt; e logo partia para outra. Podia-se contar nos dedos de uma mão às vezes que fiquei alguma por mais de duas ou três semanas e apenas uma até hoje ele chamou de ‘namorada’.&lt;br /&gt;Eu não sei explicar isto, é algo muito complicado. Parecia que &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_33"&gt;apos&lt;/span&gt; algum tempo, eu perdia todo interesse naquela pessoa com quem estava saindo e, tudo aqui que me agradara nela no primeiro momento, não me agradava mais. E eu pulava do barco.&lt;br /&gt;Voltando um pouco no passado, a única namorada que tive fora uma garota chamada Eliana, que conheci no inicio da faculdade. Ela era de uma cidade vizinha e entrou um semestre depois de mim no curso de direito. &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_34"&gt;Conhecemo&lt;/span&gt;-nos numa festa, saímos uma vez e começamos a sair mais constantemente. &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_35"&gt;Tornamo&lt;/span&gt;-nos namorados, daqueles que vão à casa um do outro para almoçar num domingo ou para o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_36"&gt;aniversario&lt;/span&gt; do &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_37"&gt;irmãozinho&lt;/span&gt; mais novo do parceiro. Quem nos via junto dizia que realmente estavam apaixonados e era desta forma que eu pensava naquele momento, que isto duraria eternamente. Esta ‘eternidade’ durou &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_38"&gt;exatos&lt;/span&gt; oito meses.&lt;br /&gt;Um dia, não me perguntem o porque, do nada cheguei para ela e disse que era melhor terminarmos, pois éramos muito novos para um relacionamento serio, que eu queria curtir a universidade, toda aquela ladainha pré-fabricada de sempre. Ela aparentemente sofreu muito mas acabou aceitando.&lt;br /&gt;Isto foi na ultima semana de aula. Passamos todas as ferias de fim de ano separado e, em &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_39"&gt;fevereiro&lt;/span&gt;, no retorno das aulas, ela não apareceu na faculdade. Nem no primeiro dia, nem na primeira semana, nem nunca mais. Eu nunca mais a vi, apenas fiquei sabendo por uma amiga dela que ela tinha pedido &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_40"&gt;transferência&lt;/span&gt; para uma faculdade mais perto de sua cidade. Mas não tive coragem de ligar para confirmar.&lt;br /&gt;Nunca tive coragem de ligar, de procurar ela. Muitas e muitas vezes eu me peguei pensando o que teria acontecido com ela, como ela estaria &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_41"&gt;atualmente&lt;/span&gt;, este tipo de coisa. É muito estranha a sensação de que uma pessoa que era muita próxima de você desaparece da sua vida por completo, sem deixar rastro, noticias, nada.&lt;br /&gt;Não sei como seria a minha vida se eu não tivesse tomado esta atitude. Talvez &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_42"&gt;estivéssemos&lt;/span&gt; casados, talvez brigaríamos por algum motivo posteriormente mas, no momento me pareceu a melhor decisão a ser tomada.&lt;br /&gt;E, antes que vocês pensem besteira, eu acho que não me arrependi não. Eu aproveitei muito os anos seguintes, de uma maneira que eu jamais aproveitaria se tivesse uma namorada. Portanto, não me arrependo não. Mas estaria mentindo se dissesse que não tenho curiosidade de saber como a Eliana está hoje.&lt;br /&gt;Pois bem, era uma segunda-feira cedo. Saindo do banho, fui terminar de cumprir o ritual de todos os dias. Fazer a barba que, apesar de bem rala, teimava em aparecer a cada amanhecer, pentear meu cabelo, curto e loiro, e passar gel para &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_43"&gt;mantê&lt;/span&gt;-lo no lugar pois o mesmo era muito fino e nunca ficava no lugar que tinha que ficar, caindo sempre em sua testa, e passar um perfume.&lt;br /&gt;Fui para o quarto, abriu o armário – como toda manha -, retirei uma calca preta, uma camisa clara e uma gravata. Sei disto porque noventa por cento das vezes vocês me encontrariam assim: a calca tinha que ser preta – não gostava de outras cores, nem mesmo azul marinho – e, por ser verão, eu quase sempre usava uma camisa clara, apesar de ter algumas mais escuras das quais eu também gostava, mas que eram desconfortáveis de se usar no calor. Quanto à gravata, querer saber qual era já é exigir demais de mim. Eu tinha tara por gravatas e assim tinha muitas em meu guarda-roupa, de todas as cores e desenhos. Troquei-me calmamente, como costumava fazer toda manha, descendo então as escadas até a cozinha, onde o café da manha estava sendo servido.&lt;br /&gt;Eram quase oito horas e eu deveria já estar a caminho do trabalho mas isto não era problema. Alem de não demorar muito no café, como já disse, morava numa cidade pequena onde o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_44"&gt;trajeto&lt;/span&gt; de casa para o trabalho era sempre &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_45"&gt;tranqüilo&lt;/span&gt; e não demorava mais do que cinco minutos.&lt;br /&gt;Eu ia todos os dias de carro para o trabalho. Apesar de trabalhar no mesmo local do meu pai, precisava ter minha própria condução, pois os horários não batiam. Ele costumava ir mais cedo do que eu e, geralmente, sair mais tarde, alem do que, durante o dia precisava de um veiculo para se deslocar para diversos locais, tais como fóruns, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_46"&gt;cartórios&lt;/span&gt; e outros, que fazem parte da vida de um advogado.&lt;br /&gt;Entrei na garagem, abri a porta do seu &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_47"&gt;Golf&lt;/span&gt; preto, modelo do ano anterior, mas muito bem conservado e equipado, coloquei minha pasta no banco do passageiro e saiu.&lt;br /&gt;Não liguei o radio porque não tinha este costume. Alem disto, eram apenas alguns minutos, não compensava o trabalho.&lt;br /&gt;Nestes minutos, costumava pensar nos compromissos do dia. Lembro-me que tinha um cliente pela manha, com relação a uma separação. Eu não gostava muito de direito de família e nem costumava &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_48"&gt;atuar&lt;/span&gt; muito nesta área, mas este era um conhecido do meu pai, que lhe pediu para cuidar do assunto. E parecia também que seria algo consensual, nada que lhe tomasse muito tempo. Ainda bem!&lt;br /&gt;Depois do almoço, como de costume, iria ao fórum. Era eu que costumava fazer este serviço para o escritório. Protocolar, distribuir, consultar andamento de processo, pagar taxas e contas. Muito deste serviço poderia ser feito por um estagiário, mas não era um problema, gostava deste serviço, podia sair de sua sala, ver pessoas, conversar com outros advogados e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_49"&gt;cartorários&lt;/span&gt;, sair de sua rotina.&lt;br /&gt;Este era a única coisa que eu costumava fazer quando eu ainda estudava. Chegava da faculdade na hora do almoço, comia e ia para o escritório. Lá não ficava mais de meia hora, apenas tempo suficiente para receber as instruções do que fazer, de como proceder, do que pagar. Então, ia fazer o serviço de rua: fórum todos os dias, e uma ou duas vezes por semana alguma outra coisa como um cartório, outro banco, mas nada que tomasse muito tempo.&lt;br /&gt;Geralmente estava de volta em uma ou duas horas, deixava os documentos na mesa da secretaria com as anotações convenientes e ia pra casa, sem mais falar com ninguém. O serviço do dia estava cumprido.&lt;br /&gt;Estacionei o carro próximo a casa onde funcionava o escritório, uma grande casa antiga que tinha sido completamente reformada e que então abrigava um moderno escritório de advocacia. Quatro advogados, incluindo eu, uma secretaria e uma estagiaria, alem de uma bonita sala de reuniões, que funcionava também de biblioteca e uma opulenta recepção.&lt;br /&gt;- Bom dia &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_50"&gt;Grace&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;- Bom dia Dr. Eduardo. Como foi de fim de semana?&lt;br /&gt;- Muito bem, e você?&lt;br /&gt;- Bem também, obrigado.&lt;br /&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_51"&gt;Grace&lt;/span&gt; era a secretaria do escritório desde que &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_52"&gt;começei&lt;/span&gt; a trabalhar lá, cerca de três anos atrás. Eu me lembro que havia uma outra antes dela, mas não lembro do nome, nem quando ela saiu de lá. Nunca me pergunte sobre nomes e datas, sou péssimo nisto. Ela era uma morena não muito bonita, mas muito simpática, que devia ter mais ou menos a minha idade, mas já era casada, apesar de ainda não ter filhos.&lt;br /&gt;Ficava imaginando como alguém com a minha idade já poderia ser casada. Eu jamais conseguiria me imaginar casado, dividindo minha casa com outras pessoas, despesas, responsabilidades e – principalmente – a perda da liberdade.&lt;br /&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_53"&gt;Cumprimentei&lt;/span&gt; ainda o Dr. &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_54"&gt;Antonio&lt;/span&gt; e a &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_55"&gt;Dra&lt;/span&gt;. Alice, que trabalhavam ali há algum tempo. Ambos tinham mais de trinta anos, advogados experientes e capacitados, que me ajudaram muito no inicio da minha vida &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_56"&gt;profissional&lt;/span&gt; e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_57"&gt;Ellen&lt;/span&gt;, a estagiaria.&lt;br /&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_58"&gt;Ellen&lt;/span&gt; era uma loira alta, linda e com um corpo maravilhoso que tinha 20 anos e estava no terceiro ano de faculdade. Eu sempre cobiçara aquela mulher, mas ela tinha um namorado serio, a cerca de dois anos; alem disto era excelente &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_59"&gt;profissional&lt;/span&gt;, que meu pai não tinha interesse nenhum em perde-la. Por isto mesmo ele já me alertara para não tentar nada com a garota pois conhecia o filho que tinha e não desejava nenhuma cena de constrangimento no local de trabalho.&lt;br /&gt;‘Quem sabe um dia’ eu pensava constantemente. Um dia algo iria acontecer e aquela loira seria minha. Nem que fosse por uma noite, como tantas outras, mas não teria problema. Ela seria minha.&lt;br /&gt;Passou &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_60"&gt;direto&lt;/span&gt; por sua sala e fui &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_61"&gt;cumprimentar&lt;/span&gt; o pai, que já tinha saído de casa quando ele desceu para o café. Todos os dias, eu o via pela primeira vez já no escritório.&lt;br /&gt;- Bom dia pai.&lt;br /&gt;- Eduardo, sente ai, por favor, que eu preciso conversar com você. E feche a porta. – ele me disse, austero.&lt;br /&gt;Eu conheço muito bem o pai e percebi na hora que alguma coisa estava errada, mas não podia imaginar o que acontecera.&lt;br /&gt;- Você se olhou no espelho quando acordou esta manha? – continuou.&lt;br /&gt;- Sim pai, porque?&lt;br /&gt;- E não notou nada de errado na sua aparência não?&lt;br /&gt;- Não, não notei nada não. O que aconteceu de errado? – eu realmente não sabia do que seu pai estava falando.&lt;br /&gt;- E estas olheiras? Elas não costumavam existir. Tem certeza que não as tinha percebido ainda.&lt;br /&gt;- Não. Olheiras? – era mentira. Claro que já as tinha percebido, e não fora naquele dia, alem sabia a sua origem. Já percebia que a conversa seria longa e difícil.&lt;br /&gt;- Pois sim, olheiras. E eu sei de onde elas vem. São noites e noites mal dormidas, por causa de suas festas. Você não acha que já passou da idade para isto? Enquanto você era um estudante eu ate aceitava isto, apesar de achar que você deveria trabalhar durante este período, mas agora já é demais. Você se formou há muito tempo, é um advogado e não pode mais ficar com estas palhaçadas de noitadas e bebedeiras. Tem que dormir cedo, estudar mais, se empenhar mais no trabalho. Eu não vou estar aqui a vida inteira pra te sustentar e te levar nas minhas costas, você precisa criar vergonha na cara e se &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_62"&gt;conscientizar&lt;/span&gt; que cresceu.&lt;br /&gt;Eu já perdi as contas de quantas vezes tinha ouvido esta conversa. Na minha cabeça era um &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_63"&gt;profissional&lt;/span&gt; serio e dedicado, que fazia muito bem o meu serviço, mas que tinha uma vida fora do tempo &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_64"&gt;profissional&lt;/span&gt;. Gostava sim de festas e garotas, mas isto em nada atrapalhava o meu rendimento – eu acreditava -, eram duas coisas &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_65"&gt;independentes&lt;/span&gt; em que uma não &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_66"&gt;afetava&lt;/span&gt; a outra, mas sabia que não adiantava discutir com meu pai.&lt;br /&gt;E alem disto, - continuou ele – um dia você que vai tomar conta disto, precisa chegar mais cedo que todo mundo e sair por ultimo também. Vamos parar com esta festa! A partir de hoje, quero ver você aqui as sete e meia, junto comigo e só indo embora quando todos já tiverem ido. Se isto não acontecer, pode ir dando adeus a certos privilégios.&lt;br /&gt;Agora ele tinha pegado pesado. Apesar de tudo, ele nunca tinha se utilizado de uma ameaça concreta e isto significava que ele realmente estava muito &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_67"&gt;brabo&lt;/span&gt; com a situação. Estava ferrado, sabia que tinha que mudar de atitude, se eu quisesse agradar ele, pois caso não fizesse, seria um inferno.&lt;br /&gt;Afastei a cadeira e me levantou. Disse um ‘sim senhor’ bem baixinho e sai rapidamente da sala, com a cabeça baixa. Não poderia imaginar uma maneira melhor de começar uma semana; estava morrendo de sono e ainda tinha levado uma dura fenomenal, sendo inclusive ameaçado. Esta semana prometia ser uma das piores dos últimos tempos, tinha ate medo do que poderia acontecer no seu decorrer.&lt;br /&gt;Pois é, se eu soubesse o que me águardava. Iniciava-se naquele momento um cataclismo que viria a mudar a minha vida para sempre. Obviamente que não fora esta dura que eu levei que foi a responsável por tudo que viria a transcorrer, mas resolvi transforma-la no marco zero, e vocês vão entender o porque.&lt;br /&gt;Temeroso por causa disto, consultei minha agenda, para saber que bomba lhe esperava, o que mais poderia transformar esta semana num inferno na terra. Não que tivesse costume de escrever seus compromissos na agenda, pois eu e a agenda sempre formos inimigos mortais, não podíamos um ver o outro na frente e nos odiávamos mutuamente, mas este ano ele resolvera utiliza-la.&lt;br /&gt;Não porque eu realmente queria, mas já tinha me ferrado muitas vezes por não anotar meus compromissos e estava cansado desta criatura das sombras, mais conhecida como agenda, olhar para mim e me dizer: - Se fodeu! Não te falei um milhão de vezes pra me usar, palhaço?&lt;br /&gt;Já tinha entrado em marco e até agora estava conseguindo agendar meus compromissos. Apenas uma audiência trabalhista na quarta-feira, nada de muito complicado e um prazo para recurso quinta-feira. Fora isto as paginas estavam em branco. Não que isto significava que não haveriam compromissos, pois eu poderia ter pisado na bola e esquecido algo, mas provavelmente teria uma semana tranqüila, ao menos neste sentido.&lt;br /&gt;Olhei os prazos que tinha para cumprir mas não vi nada de mais complicado e, alem de dois processos que precisava iniciar e que a muito estavam esperando no canto da mesa, não havia mais nada. Decidira que esta semana iria pelo menos terminar um, para mostrar trabalho.&lt;br /&gt;Mas, eu estava com a sensação de que alguma coisa de errado ainda deveria acontecer. Eu não costumava desprezar estas sensações. E nem poderia, pois mal podia imaginar o que se seguiria, que a primeira peca do dominó tinha sido derrubada, e havia muitas outras para serem derrubadas antes do desenho se completar e a ultima peca cair. Meu telefone tocou. Ramal interno.&lt;br /&gt;- Dr. Eduardo, o Sr. Amarildo está aqui. Posso mandá-lo entrar? – Perguntou Grace do outro lado da linha.&lt;br /&gt;- Claro, pode pedir para ele vir até minha sala.&lt;br /&gt;Era o cliente das nove horas. A semana estava realmente começando.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6803408227061805652-8506826317330172101?l=hiran7.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hiran7.blogspot.com/feeds/8506826317330172101/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://hiran7.blogspot.com/2009/11/quando-vida-imita-arte.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6803408227061805652/posts/default/8506826317330172101'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6803408227061805652/posts/default/8506826317330172101'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hiran7.blogspot.com/2009/11/quando-vida-imita-arte.html' title='Quando a Vida Imita a Arte'/><author><name>Hiran Eduardo Murbach</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_87nBKCwHBdc/SyoxTEIZ7bI/AAAAAAAAAJc/r3vQxL2wNc4/S220/hiranew.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6803408227061805652.post-280739201103995490</id><published>2009-11-16T10:08:00.000-08:00</published><updated>2011-06-30T14:12:52.377-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;Resenhas e Críticas&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://issuu.com/wavedocs/docs/young_edi__o_jun_jul_i/14" target="_blank"&gt;Revista Young - Coluna Giro Musical 1&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://issuu.com/mywave/docs/young_issu/9" target="_blank"&gt;Revista Young - Coluna Giro Musical 2&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://whiplash.net/materias/biografias/050693-littlequailandthemadbirds.html" target="_blank"&gt;Whiplash - Little Quail and the Mad Birds&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://whiplash.net/materias/cds_users/050523-legiaourbana.html" target="_blank"&gt;Whiplash - Resenha de 'A Tempestade', Legião Urbana&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://whiplash.net/materias/cds/027629-greenday.html" target="_blank"&gt;Whiplash - Resenha de 'Bullet in a Bible', Green Day&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://whiplash.net/materias/cds_users/050524-ramones.html" target="_blank"&gt;Whiplash - Resenha de 'We're a Happy Family', Ramones Tribute&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://hiran7.blogspot.com/2009/11/primeira-vez-que-fiquei-emocionado-numa.html" target="_blank"&gt;Cineclick - Resenha de 'Senhor dos Anéis - O Retorno do Rei'&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://hiran7.blogspot.com/2009/11/sars-stock-30-de-julho-de-2003.html" target="_blank"&gt;Site Revista Zero - Resenha do festival 'Toronto Rocks'&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://hiran7.blogspot.com/2009/11/hiran-eduardo-murbach-4-de-julho-de.html" target="_blank"&gt;Site Revista Zero - Resenha do show da Sheryl Crow&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://hiran7.blogspot.com/2009/11/wilco-kool-haus-toronto-canada-20-de.html" target="_blank"&gt;Site Revista Zero - Resenha do show do Wilco&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://hiran7.blogspot.com/2009/11/skid-row-vince-neil-poison-molson.html" target="_blank"&gt;Site Revista Zero - Resenha do show do Skid Row, Vince Neil e Poison&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://hiran7.blogspot.com/2009/11/foto-hiran-eduardo-murbach-ian.html" target="_blank"&gt;Site Revista Zero - Resenha do show do Ian McCulloch&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://hiran7.blogspot.com/2009/11/mars-volta-queens-of-stone-age-e-red.html" target="_blank"&gt;Site Revista Zero - Resenha do show do Mars Volta, Queens of the Stone Age e Red Hot Chili Peppers&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6803408227061805652-280739201103995490?l=hiran7.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hiran7.blogspot.com/feeds/280739201103995490/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://hiran7.blogspot.com/2009/11/hiran-eduardo-murbach-nasceu-em-07.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6803408227061805652/posts/default/280739201103995490'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6803408227061805652/posts/default/280739201103995490'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hiran7.blogspot.com/2009/11/hiran-eduardo-murbach-nasceu-em-07.html' title=''/><author><name>Hiran Eduardo Murbach</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_87nBKCwHBdc/SyoxTEIZ7bI/AAAAAAAAAJc/r3vQxL2wNc4/S220/hiranew.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
